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domingo, 23 de outubro de 2011

Campanha contra a mudança no Código Florestal

A campanha conta com depoimentos de personalidades - artistas e intelectuais - e visa a conscientização da população a respeito do que representa essa mudança.



O Código foi aprovado na Câmara e agora está no Senado. Será mesmo que o nosso Governo cometerá esse crime? A imoralidade chegou a esse ponto? Não sabemos o que irá acontecer, qual será a gravidade das consequências da implantação de um código que privilegia a economia e os negócios em detrimento da vida.

Está na hora de se fazer ouvir a voz da população e esse teatro de democracia representativa deixar de ser pró-forma. É preciso agir de alguma maneira. Se estamos aqui discutindo astêya, é preciso também pensar na gravidade de se deixar ser roubado desta maneira.

Ao assistir aos vídeos da campanha o que senti foi tristeza, pois temos a impressão de sermos impotentes. Mas não somos. Queria ver se a população fosse em peso para Brasília se retratar. Na era da web 2.0 não temos desculpa: é só querer!


Para saber mais sobre a campanha e aderir ao abaixo-assinado acesse o site oficial.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Agora vamos praticar ética!

"Há os que levantam e fazem e há os que sentam e choram". DeRose
Falei sobre ética em post recente, agora convido a todos os leitores para sair da teoria. Uma das síndromes da Era intelectual é a dissociação entre discurso e praxis - muito falatório bonito e uma incorrespondência com as ações e atitudes do indivíduo. Pois bem, tratemos de mudar esse paradigma agora! Minha propósta é fazer a experiência de um yama/niyama por mês: escreverei minha visão sobre o preceito ético e quem quiser pode passar o mês observando a si mesmo em tal aspecto e através dos posts trocamos experiências e criamos um fórum de discussão!

Começarei essa experiência com ahimsá - a não-agressão. Se você não conhece como esse conceito é desenvolvido no contexto o Yôga leia o Código de Ética do Yôgin. Por princípio não irei ficar copiando e colando informações que já circulam na internet, pois meu objetivo aqui não é gerar conteúdo vazio e sim possibilitar reflexões a partir de minha experiência à luz de conceitos e temas que considero relevantes. Portanto meus posts sempre terão links para os assuntos dos quais estou tratando.
No caso desse yama sugiro a leitura de post correlato no blog da Unidade Asa Norte, que sussita muito bem essa reflexão que quero fazer: o quão conscientemente nos relacionamos com os outros? Falar da não-violência é quase esteriotipado no Yôga e na Índia, mas até que ponto estamos aplicando isso à nossas vidas e em quais níveis? A agressividade está presente, mais ou menos em todos os indivíduos, e é considerada necessária pela maioria para a sobrevivência: precisamos ser agressivos dentro da estrutura social capitalista para existirmos no mercado e nas relações. Será?

Eu particularmente tenho dificuldade de ver esse conceito aplicado. Não gosto de ser agredida e não faço com os outros o que não quero que façam comigo. Admito que em muitas situações é preciso ser firme e se impor, mas isso não é sinônimo de ser violento!
Esse mês vamos observar? Agressão com a natureza - animais, plantas, com o planeta em geral; agressão com outras pessoas - muitas vezes que amamos; e sobretudo auto-agressão. Espero os relatos e pensamentos de todos!